Bisturi: É uma técnica bastante traumática para a pele, pois é feito um corte na pele onde é introduzido a base do microdermal. Ainda se corre o risco da joia não se fixar corretamente e escapar da pele durante o processo de cicatrização.
Agulha : Tida como a técnica mais rápida, porém o risco de rejeição da peça tende a ser maior que na do Punch, pois a jóia ficará muito colada pele, causando-lhe traumas e tendências a quelóides.
Punch: Essa técnica, sem dúvidas é a melhor, nela são utilizados aparelhos para biópsias, de forma a retirar um pequeno pedaço cilíndrico da pele, onde será acomodado a base. O punch é pouco utilizado no Brasil, devido a seu preço de custo e dificuldade em se encontrar o tipo ideal para a microdermal.
O material usado na base da Jóia, pode ser tanto o aço cirurgico quanto o titânio. Desses dois materiais, o titânio é o mais indicado por ter baixa incidência de rejeição ( Nos EUA, calcula-se 2%). O grande problema do titânio, é ser um objeto raro aqui no Brasil e bem mais caro que o aço cirúrgico.
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| Microdermal na maçã do rosto. |
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| Algumas cores do microdermal: a variedade de forma e cor são inúmeras e podem ser trocadas de acordo com o humor do usuário. |
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| O brilho da varinha da tatuagem da fada Sininho ganha um "tudo a ver" com o uso do microdermal! |
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| Lindíssimo toque especial no olho de Hórus, feito com o microdermal. |
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Fonte: www.tattoo.estimulanet.com








